Bem Vindo à Agência da Saúde - 03 de Dezembro de 2020 - 10:15

Bem-estar

Halitose: Cuidados para evitar o mau hálito

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A halitose atinge centenas de milhares de pessoas ao redor do mundo e nem sempre a pessoa que tem este problema desconfia que sua boca exala um cheiro desagradável. Isso é péssimo, pois atrapalha as relações e o convívio social. O mau hálito provoca uma sensação de mal estar tanto em quem tem o problema quanto em quem sente.

De acordo com pesquisas, 40% dos brasileiros têm uma halitose bem mais profunda e permanente. E o pior: a maioria nem desconfia disso  –  de tanto conviver com o mau cheiro, o olfato acaba se acostumando. Segundo avaliação da Associação Brasileira de Estudos e Pesquisas dos Odores da Boca (ABPO), 76% dos portadores do popular  “bafo” só detectaram o inconveniente depois de serem alertados por alguém.

Uma forma de saber se você tem mau hálito é cobrir sua boca e nariz com a mão, exalar e sentir o hálito. Uma outra forma é perguntar a alguém em quem você confia como está o seu hálito. Mas, não se esqueça de que muitas pessoas têm este problema quando acordam de manhã, como resultado de uma produção menor de saliva durante a noite, o que permite os ácidos e outras substâncias se deteriorarem no interior da boca.

O mau hálito não é uma doença e sim um sintoma. É o resultado de uma desordem do organismo, sinalizando que há algo errado e que precisa ser tratado. As causas são muitas, e 90% delas estão ligadas a questões bucais, que vão de inflamações na gengiva à falta de higiene. Por isso, vale repetir: além da escovação, que é essencial, passar o fio dental ao final do processo é obrigatório.

Doenças em outras áreas do corpo também se refletem na boca. A halitose, por exemplo, pode ser sinal de sinusite, amidalite e problemas no estômago, nos rins e intestinos. Dessa maneira, é sempre bom investigar. 

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