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Nutrição

A carne suína não é mais considerada vilã

Carne Suína | 21/10/2013 10h 42min

A carne suína é considerada com a “carne amiga do coração”. Por muito tempo, a carne de porco foi considerada vilã da alimentação. Um dos motivos era a grande quantidade de doenças que poderia transmitir. Hoje em dia, porém, a carne de porco brasileira passa por rigorosos processos de higiene e controle sanitário, podendo ser consumida com tranquilidade, desde que conste o carimbo da vigilância sanitária.
 
Outro fato importante, é que antigamente os suínos eram alimentados com restos de comida. Hoje, os animais recebem ração equilibrada com nutrientes e até mesmo antioxidantes, tornando a carne uma ótima opção para o dia a dia.
Confira alguns motivos para incluir a carne de porco na sua alimentação:
 
Dependendo do corte, a carne suína pode apresentar menos colesterol que a de frango. É o caso do lombo, por exemplo. Enquanto 100 gramas do corte contam com 55mg de colesterol, a mesma quantidade de frango concentra 59mg da substância;
 
A carne de porco é uma das mais ricas em proteína. De acordo com estudos, este tipo de carne concentra mais aminoácidos essenciais, como leucina, lisina e valina, que auxiliam no sistema imunológico. Outro ponto positivo da carne de porco é a alta concentração de vitamina B1, vitamina B3 e vitamina B8;
 
No entanto, tudo depende do preparo. Enquanto 100 gramas de bisteca suína crua apresentam 164 Kcal, quando frita no óleo, este valor ultrapassa as 300 Kcal. E nem todos os cortes são liberados: a costela de porco e o toucinho, por exemplo, concentram mais de 500 Kcal;
 
O modo de preparo mais adequado é o cozido ou assado. Para conseguir aquela maciez no grelhado, evite apertar a carne com o garfo na panela. Deixe a carne selar de um lado e depois vire para selar o outro, isso preservará a suculência interna.
 
Como saber se a carne é inspecionada?
Há vários aspectos indicam se o produto é proveniente de um estabelecimento inspecionado. Veja algumas dicas que podem te ajudar na hora da compra: se a carne está cortada e embalada, o rótulo deve conter informações como data de processamento e validade, temperatura de conservação e logomarca do serviço de inspeção, que tem um número de identificação do estabelecimento.
 
 

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