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Nutrição

Tipos de adoçantes e seus efeitos em sua saúde

Adoçantes | 17/03/2014 09h 11min

Muitas pessoas utilizam adoçantes durante a alimentação, sendo o produto mais utilizado por pessoas que querem perder peso ou também pelos diabéticos que não podem consumir açúcar. Os adoçantes representam uma boa opção para reduzir as calorias de um simples café até uma sobremesa caprichada. Mas será que esses produtos, que nos permitem algumas extravagâncias, podem ser consumidos sem culpa nenhuma?
 
Adoçante dietético é um produto capaz de produzir um sabor doce aos alimentos. Esse poder de adoçamento é muitas vezes maior que o do açúcar comum (branco refinado). Os adoçantes são indicados especialmente para as pessoas obesas ou diabéticas, isso porque não podem consumir o açúcar devido algumas substâncias. 
 
A principal vantagem dessas substâncias é serem menos calóricas, mas devem ser consumidas com moderação e proibidas para gestantes, nutrizes e crianças, a não ser com ordem médica. Aqui você vai encontrar alguns exemplos, dos mais tradicionais:
 
Frutose:
Provém das frutas, mel e vegetais. Adoça uma vez e meia a mais e não provoca cáries como outros açúcares.
 
Esteviosídeo:
Adoçante natural proveniente da folha Stevia Rebaudiana, uma planta muito consumida pelos índios brasileiros. Isento de calorias, é 300 vezes mais doce que o açúcar.
 
Ciclamato de sódio:
Adoçante artificial, com caloria zero, 35 vezes mais doce do que o açúcar. Por ser mais estável que o aspartame e a sacarina, pode ser levado a altas temperaturas, o que permite seu uso em vários pratos. Em contra partida, deixa um sabor residual, amargo e seu uso gera controvérsias por ser suspeito de causar câncer. Nada foi comprovado até hoje, mas convém usá-lo com parcimônia.
 
Sacarina:
Assim como o ciclamato, são substâncias totalmente químicas, que o organismo não elimina. Adoça 600 vezes mais que o açúcar e não possui calorias. Deve ser utilizado, também, com critério.
 
Aspartame:
Produzido a partir da combinação química de dois aminoácidos, o ácido aspártico e a fenilalanina, associados ao metanol. Embora tenha o mesmo valor calórico do açúcar (4cal/g), adoça 200 vezes mais que o mesmo. Não deixa gosto amargo, nem provoca cáries, mas sua composição impede que seja submetido a altas temperaturas, por perder o poder adoçante.
 
Sucarose:
Produzido através de uma modificação da sacarose, mantém o mesmo sabor do açúcar, mas sem calorias. Não provoca cáries e pode ser levada à altas temperaturas.
 

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